Comprar certificados ou obrigações do Estado?

O Estado português prepara-se este ano para emitir, pela primeira vez, O

In www.economico.sapo.pt

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brigações do Tesouro (OT) especialmente direccionadas para os particulares. As condições ainda não são conhecidas. No entanto, caso sejam semelhantes às emissões regulares de OT, saiba que existem diferenças entre subscrever dívida soberana através de certificados de aforro ou fazê-lo através destes títulos de dívida. O “Diário Económico” deixa-lhe aqui as diferenças entre certificados e obrigações estatais.

1 - O risco de subscrever obrigações do Tesouro é igual ao dos certificados de aforro?
Não. Embora o principal risco subjacente seja o mesmo - o risco de ‘default’ do Estado português - quem subscreve obrigações deve estar preparado para incorrer em riscos de mercado. Ou seja, a menos que pretenda manter as obrigações até à maturidade, corre o risco de, quando as quiser vender, estas cotarem a um valor inferior ao que pagou para as comprar. Desta forma, pode perder dinheiro.

2 - O juro pagos pelas obrigações é superior ao dos certificados?
Ao subscrever obrigações está a contratar uma taxa de juro (taxa de cupão) que será paga semestralmente ou anualmente. Enquanto os juros pagos nos certificados são revistos de três em três meses, acompanhando assim a tendência de mercado (calculados com base na Euribor a três meses), a taxa de juro das obrigações pode ser variável ou fixa - geralmente é fixa. Tendo em conta as últimas emissões de OT, bem como a lógica de mercado - os investidores tendem a exigir prémios superiores em activos e/ou instrumentos que acarretem maior risco - o juro pago nas obrigações deverá ser superior ao dos certificados. Por exemplo, em 2009, o Estado português emitiu duas séries de obrigações, uma a cinco anos com uma taxa de cupão, fixa e anual, de 3,6 por cento, e outra a 10 anos com um juro de 4,75 por cento.

3 - Como posso resgatar o dinheiro aplicado em obrigações?
Para resgatar o capital aplicado em obrigações terá simplesmente de as vender, podendo incorrer em perdas caso o seu valor nominal tenha caído. Geralmente são negociadas em mercado secundário, o que pode também levantar receios quanto ao risco de liquidez.

4 - Quais os custos associados à subscrição destes produtos?
Nas obrigações, o consumidor paga geralmente comissões de custódia e de corretagem junto do seu banco, quando compra ou vende.

Universidade Sénior Albicastrense recebe aula sobre aneurismas da aorta

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A Universidade Sénior Albicastrense, em Castelo Branco, promoveu no passado dia 3 de Fevereiro, uma aula de esclarecimento sobre aneurismas da aorta, no âmbito da campanha Aorta é Vida.

A iniciativa cumpriu o objectivo previsto de divulgar os principais factores de risco desta doença grave junto da população sénior, de forma a aumentar o número de diagnósticos precoces e diminuir o número de mortes por ruptura dos aneurismas.

A sessão contou com a presença de António Simões, Director do Serviço de Cirurgia Vascular do Hospital de São Teotónio, em Viseu, que alertou “o rastreio dos aneurismas da aorta abdominal deve ser feito na população de risco através da realização de uma ecografia abdominal que é um exame de baixo custo, facilmente disponível, permitindo um diagnóstico precoce.”

Esta iniciativa contou com a presença de mais de 50 estudantes séniores.

O aneurisma da aorta abdominal consiste numa dilatação localizada e permanente da aorta, a maior artéria do organismo, e é o mais frequente dos aneurismas arteriais, sendo uma das causas de morte súbita. Estima-se que 80 milhões de pessoas, na Europa, com 60 ou mais anos, estejam em risco de ter um aneurisma da aorta abdominal.

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