Maria João Pires quer retirar-se dos palcos em 2014

In lusofolia.blogspot.com

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A pianista Maria João Pires, numa entrevista cedida ao diário espanhol “El País”, afirma que gostaria de se retirar dos palcos até ao ano 2014, altura em que completa 70 anos de idade.

Maria João Pires refere que se sente cansada. “O meu agente e eu fixámos uma data para a retirada: 2014 que é quando faço 70 anos”, diz a pianista que deu aulas no Conservatório de Lisboa, recordando que o pós-guerra na Alemanha “foi uma época muito dura. Trabalhei a limpar casas para poder pagar os meus estudos”, refere.

Actualmente, a pianista tem residência em ambos os lados do Atlântico, mais concretamente no Brasil e na Suiça.

Na entrevista concedida ao “El País”, Maria João Pires fala ainda do projecto educativo de Belgais, no concelho de Castelo Branco, onde “vivia, aprendia e ensaiava” e que encerrou há cerca de dois anos.

Foi em Belgais que a pianista colocou em prática a sua grande aposta: a aprendizagem.

“Apostar na educação nem sempre é fácil porque é preciso lutar contra o poder que não facilita as coisas. Há muita manipulação”, recorda a pianista portuguesa, sublinhando que teve de encerrar a escola de Belgais devido a disputas com as autoridades portuguesas.

Depois do fim deste projecto, a pianista foi viver para o Brasil.

Maria João Pires começou a tocar piano “de ouvido”. Um professor ía à sua casa dar aulas à sua irmã e quando terminava, a pianista portuguesa dirigia-se para o piano e reproduzia as partituras mentalmente, recorda.

Tinha três anos. Aos cinco anos de idade estreou-se em palco e aos seis teve o seu primeiro piano.

Maria João Pires, considerada por muitos como a melhor pianista do mundo, nega contudo o título de “menina prodígio”.

“Eram peças muito fáceis: A Sonata fácil de Mozart (KV 545), uma coisa de Albéniz que não me recordo… Não gosto de conservar nada do passado”, refere a pianista portuguesa.

Troféu e Medalha IPCB têm assinatura do escultor José Simão

José Simão, escultor e docente da ESART

José Simão, escultor e docente da ESART

O escultor e professor da Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco (ESART) José Simão é o autor dos dois galardões, Troféu e Medalha Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB), que a presidência da instituição encomendou com o objectivo de homenagear personalidades públicas que têm contribuído para o seu engrandecimento e os funcionários que ao longo últimos 25 anos colaboraram no seu desenvolvimento.
O Troféu IPCB é construído em tubo de bronze com secção quadrada de 50mm de lado, assumindo-se como um paralelepípedo com 255 mm de altura. De cor negra, tem numa das faces as legendas e símbolos correspondentes às seis escolas “abertos” a amarelo. No topo, o Troféu IPCB tem o símbolo e as legendas “30 Anos” e “Instituto Politécnico de Castelo Branco” na cor azul e a data 28 de Outubro impressa a branco.
Segundo o escultor, “o gene e o crescimento do IPCB estão expressos neste volume qual construção, que se vai estruturando, à medida que as escolas germinam, Agrária, Educação, Tecnologia, Gestão, Artes e Saúde, constituem o Edifício Politécnico com a nobre função de disseminar o conhecimento”.
Já a Medalha IPCB é circular, com 50mm de diâmetro, e é feita em chapa de bronze recortada a lazer e patinada a prata. No anverso, tem a legenda “Instituto Politécnico de Castelo Branco”, colocada em torno do círculo na parte superior do bordo, e a data do 30º aniversário, “28 de Outubro de 2010″, na porção inferior. No bordo inferior do reverso tem gravado a legenda ” 25 anos ao serviço do IPCB”.
Para José Simão, na Medalha IPCB “o símbolo da instituição emerge de um círculo vazado, pelo que quando colocada ao peito, o símbolo terá como fundo as cores das vestes e, por isso, a medalha estará mais próxima de quem a usa”.
Licenciado em Escultura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, José Simão é, também, Engenheiro Técnico de Máquinas pelo Instituto Superior de Engenharia de Lisboa, membro da FIDEM (Fedération Internationale de la Médaille) e membro Fundador do Grupo “Anverso/Reverso” - Medalha Contemporânea.

Em 1994 recebeu o1º Prémio do concurso para emissão de medalha comemorativa do VI Centenário do Nascimento do Infante D. Henrique, promovido pela Imprensa Nacional Casa da Moeda e em 1997, 2001 e 2003 foi o autor de, respectivamente, a moeda bimetálica de 200 escudos comemorativa da Expo’98 de temática alusiva a espécies marinhas da costa portuguesa, moeda de 1000 escudos comemorativa da “Organização do Campeonato da Europa de Futebol 2004″ e moedas de 8 euro comemorativas do ” Campeonato da Europa de Futebol 2004″. O docente da ESART é ainda autor de diversas esculturas em espaços públicos, de medalhas e troféus.

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